Hortinha vertical por reutilização de garrafas PET... como
suporte, correntes.
Plantar, acompanhar o crescimento e colher o próprio
alimento!
A Associação para Projeto Pesquisa e Ação Ambiental e Social ABRASINOS é uma associação sem fins lucrativos, que tem dentre seus objetivos principais, desenvolver programas e ações na área de educação e gestão ambiental no município de Esteio e na área de abrangência da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos.
19/05/2013
05/05/2013
28/06/2012
20/06/2012
16/04/2012
Voluntários na Rio+20
Rio+20 abre espaço para jovens atuarem como voluntários
Instituto GIFE:
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) passou a inscrever jovens (estudantes ou profissionais formados) para trabalhar como voluntários durante o evento. Eles atuarão como guias de visitas às comunidades e em atividades nas áreas de sustentabilidade, tecnologia da informação e apoio à sociedade civil.
Este é o primeiro edital, com 400 vagas. Além destes postos, o programa abrirá inscrições para outros dois perfis: voluntários jovens e voluntários do ensino médio. No total, programa prevê a seleção de 1,7 mil voluntários para atuar em atividades relacionadas à Conferência, que acontece em junho, no Rio de Janeiro.
A iniciativa é parte do projeto de cooperação técnica "Parcerias para Realização da Rio+20", desenvolvido pelo Comitê Nacional Organizador da Conferência (CNO) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Além do Programa Voluntário, o projeto contempla outras três ações sociais desenvolvidas para a Rio+20: os programas Comunidades Sustentáveis, Cultura+20 e Visitas às Comunidades do Rio de Janeiro.
Segundo a oficial de Projetos do PNUD, Moema Freire, esta é uma forma que os jovens têm de participar ativamente de eventos de grande porte como a Rio+20. Ela avalia que as comunidades vulneráveis, em particular, ficam afastadas desse tipo de atividade. Esse projeto, portanto, significa antes de tudo inclusão social. A iniciativa foi desenvolvida a partir de experiência semelhante realizada em 2007 para os Jogos Pan-Americanos.
Os voluntários selecionados passarão por um treinamento obrigatório, com carga horária de 20 horas/aula, envolvendo os seguintes temas: Voluntariado e formação cidadã; Histórico da Conferência Rio+20 e sustentabilidade; Direitos humanos, gênero e igualdade racial; e Voluntariado na Rio+20. A capacitação dos jovens será realizada no mês de maio pelo PNUD/CNO, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) e pela Secretaria de Educação do Estado do RJ, cada qual responsável por um perfil.
O conteúdo das oficinas será elaborado por consultores contratados, em consulta com o CNO, o PNUD, o programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) e parceiros, como a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria Nacional de Juventude.
Este é o primeiro edital, com 400 vagas. Além destes postos, o programa abrirá inscrições para outros dois perfis: voluntários jovens e voluntários do ensino médio. No total, programa prevê a seleção de 1,7 mil voluntários para atuar em atividades relacionadas à Conferência, que acontece em junho, no Rio de Janeiro.
A iniciativa é parte do projeto de cooperação técnica "Parcerias para Realização da Rio+20", desenvolvido pelo Comitê Nacional Organizador da Conferência (CNO) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Além do Programa Voluntário, o projeto contempla outras três ações sociais desenvolvidas para a Rio+20: os programas Comunidades Sustentáveis, Cultura+20 e Visitas às Comunidades do Rio de Janeiro.
Segundo a oficial de Projetos do PNUD, Moema Freire, esta é uma forma que os jovens têm de participar ativamente de eventos de grande porte como a Rio+20. Ela avalia que as comunidades vulneráveis, em particular, ficam afastadas desse tipo de atividade. Esse projeto, portanto, significa antes de tudo inclusão social. A iniciativa foi desenvolvida a partir de experiência semelhante realizada em 2007 para os Jogos Pan-Americanos.
Os voluntários selecionados passarão por um treinamento obrigatório, com carga horária de 20 horas/aula, envolvendo os seguintes temas: Voluntariado e formação cidadã; Histórico da Conferência Rio+20 e sustentabilidade; Direitos humanos, gênero e igualdade racial; e Voluntariado na Rio+20. A capacitação dos jovens será realizada no mês de maio pelo PNUD/CNO, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) e pela Secretaria de Educação do Estado do RJ, cada qual responsável por um perfil.
O conteúdo das oficinas será elaborado por consultores contratados, em consulta com o CNO, o PNUD, o programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) e parceiros, como a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria Nacional de Juventude.
13/04/2012
RIO+20 QUALIDADE DE VIDA - ÍNDICE DE FELICIDADE INTERNA BRUTA
Washington Novaes, jornalista - O Estado de S.Paulo
No emaranhado de notícias sobre as crises que cercam o mundo de hoje - clima, uso insustentável de recursos naturais, economia europeia - sobrevêm informações que despertam a esperança de que, apesar de tudo, se possa caminhar. Ou, pelo menos, definir - como nas discussões sobre a Conferência Rio+20 - rumos mais adequados.
Pode-se começar pela notícia (Estado, 24/3) de que a Fundação Getúlio Vargas-São Paulo passará a calcular o índice de Felicidade Interna Bruta, mais amplo que o de evolução do produto interno bruto (PIB), restrito a fatores econômicos, e que passará a ser apenas um dos componentes do novo índice, ao lado dos valores e custos ambientais, gastos com segurança pública, desastres naturais e outros. É um avanço importante. Desde a década de 1990, pelas mesmas razões, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) vem calculando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que inclui a esperança de vida ao nascer, taxas de alfabetização de adultos e de matrículas no ensino, ao lado do PIB per capita.
Há pouco tempo o presidente da França encarregou uma comissão integrada pelos Prêmios Nobel Amartya Sen e Joseph Stiglitz, entre outros cientistas, de propor novo índice para medir o desenvolvimento que inclua esses novos fatores, a eles acrescentando o valor do trabalho doméstico, principalmente das mulheres, o valor do trabalho informal e outros. São caminhos para incorporar às políticas públicas ângulos que ficam de fora quando se dá prevalência absoluta a fatores apenas econômicos. Agora, divulga-se também (Folha de S.Paulo, 2/4) que a própria ONU "começa a implementar resolução que busca um 'padrão holístico' para medir o desenvolvimento dos países", capaz de também de "mensurar a felicidade e o bem-estar dos povos". O tema será discutido na Rio+20, inclusive por Stiglitz. Brice Lalonde, secretário executivo da conferência, pensa que ali será adotado um mandato de três anos para que a ONU defina indicadores alternativos ao PIB que incluam o peso dos impactos naturais.
Certamente não será fácil nem simples definir como valorar recursos e serviços naturais, incluí-los nas contabilidades nacionais e internacionais, estabelecer critérios para cobrar o custo de impactos nessa área, dizer quem vai pagá-los - cada país, cada empresa, cada pessoa? O exemplo da tentativa europeia de taxas as emissões geradas na aviação e na navegação marítima é muito indicativo: onde se taxará - no país de origem, no destino ou nos países intermediários? Pode-se avançar também para o campo do comércio exterior: onde taxar as emissões geradas pela produção de bens exportados - no país de origem dos recursos ou nos países de destino, consumidores?
Ao que parece, os organizadores da Rio+20 esperam que ao final dos debates se produzam "pelo menos" quatro relatórios "de destaque" (Instituto Akatu, 3/4): uma carta oficial de compromissos dos países com o desenvolvimento sustentável; recomendações da sociedade civil aos governos; ações que possam ser assumidas pelos governos, empresas e cidadãos; e a lista de intenções e metas de desenvolvimento de cada país para seu âmbito interno - tal como enunciou a secretária do Ministério do Meio Ambiente Samyra Crespo.
Se os princípios em discussão chegarem à prática, encontrarão panoramas difíceis, como o apontado pelo professor Ricardo Abramovay, da USP, segundo quem "a extração de recursos da superfície terrestre cresceu oito vezes durante o século 20, atingindo um total de 60 bilhões de toneladas anuais, considerando apenas o peso físico de quatro elementos: minérios, materiais de construção, combustíveis fósseis e biomassa" (Eco 21, fevereiro/2012). Insustentável. É o que começam a dizer tantos economistas sobre a finitude dos recursos materiais. Pelo mesmo caminho, diz o Instituto Carbono Brasil (Fabiano Ávila, 30/3), o aumento do PIB dos países emergentes tem ocorrido com "exploração abusiva da biodiversidade e dos recursos minerais". No caso brasileiro, ao aumento de 34% no PIB entre 1990 e 2008 teria correspondido um queda de 46% no "capital natural" no mesmo período. E acrescenta: "Se todos os fatores sociais, energéticos e manufaturados fossem levados em conta, o 'crescimento real' do Brasil seria de apenas 3%". É a conclusão da Conferência Planeta sob Pressão, realizada em Londres.
Pena que num momento como este nossa presidente da República atribua a "fantasias" as críticas de vários setores à construção de hidrelétricas como Belo Monte e outras amazônicas e diga que essas elucubrações distantes da realidade não serão discutidas na Rio+20. Porque, na sua visão, as críticas partem de quem acredita que o desenvolvimento ocorrerá apenas com energia solar (abundante) e eólica (já a preços competitivos) - até porque, segundo ela, não é possível "estocar vento".
O ex-ministro professor José Goldemberg já considerou o discurso da presidente "um mau presságio" para a Rio+20. E tem razão. O que se esperava é que, numa conferência como essa, o governo discutisse a matriz energética nacional; estudos como o que produziram a Unicamp e o WWF já em 2006, mostrando que o País pode economizar cerca de 50% da energia que consome - quase 30% com programas de eficiência e conservação de energia (tal como fez no apagão de 2001); 10% reduzindo as inacreditáveis perdas nas linhas de transmissão (próximas de 17%); e mais 10% repotenciando antigos geradores de usinas, a custos muito mais baixos. E que o governo se dispusesse a discutir o plano de expansão de usinas nucleares, no momento em que quase todo o mundo as abandona (porque são perigosas, caras e sem destinação para o lixo nuclear).
Mas não se deve perder a esperança - mesmo porque não há outro caminho.
12/04/2012
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A educação ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões socioeconômica, política, cultural e histórica, não podendo basear-se em pautas rígidas e de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágio de cada país, região e comunidade sob uma perspectiva histórica. Assim sendo, a educação ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente e interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam o ambiente, com vistas a utilizar racionalmente os recursos do meio na satisfação material e espiritual da sociedade no presente e no futuro.
Para fazê-lo a educação ambiental deve capacitar ao pleno exercício da cidadania, através da formação de uma base conceitual abrangente, técnica e culturalmente capaz de permitir a superação dos obstáculos à utilização sustentada do meio. O direito à informação e o acesso às tecnologias capazes de viabilizar o desenvolvimento sustentável constituem, assim, um dos pilares deste processo de formação de uma nova consciência em nível planetário, sem perder a ótica local, regional e nacional. O desafio da educação, neste particular, é o de criar as bases para a compreensão holística da realidade. (Educação Ambiental no Brasil, p. 63).
A reciclagem traz os seguintes benefícios:
No Brasil, seria importante que as pequenas e médias empresas recicladoras tivessem apoio financeiro e tecnológico para melhorar suas tecnologias de reciclagem, pois assim estariam contribuindo na geração de empregos, na diminuição de lixo e na produção de produtos de melhor qualidade com tecnologia "limpa".
A grande solução para os resíduos sólidos é aquela que prevê a máxima redução da quantidade de resíduos na fonte geradora. Quando os resíduos não podem ser evitados, deverão ser reciclados por reutilização ou recuperação, de tal modo que seja o mínimo possível o que tenha como destino final os aterros sanitários.
A reciclagem surgiu como uma maneira de reintroduzir no sistema uma parte da matéria (e da energia), que se tornaria lixo. Assim desviados, os resíduos são coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de bens, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Dessa forma, os recursos naturais ficam menos comprometidos.
A grande solução para os resíduos sólidos é aquela que prevê a máxima redução da quantidade de resíduos na fonte geradora. Quando os resíduos não podem ser evitados, deverão ser reciclados por reutilização ou recuperação, de tal modo que seja o mínimo possível o que tenha como destino final os aterros sanitários.
A reciclagem surgiu como uma maneira de reintroduzir no sistema uma parte da matéria (e da energia), que se tornaria lixo. Assim desviados, os resíduos são coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de bens, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Dessa forma, os recursos naturais ficam menos comprometidos.
| Tempo de Decomposição dos Materiais | |
| Material | Tempo de Degradação |
| Aço | Mais de 100 anos |
| Alumínio | 200 a 500 anos |
| Cerâmica | indeterminado |
| Chicletes | 5 anos |
| Cordas de nylon | 30 anos |
| Embalagens Longa Vida | Até 100 anos (alumínio) |
| Embalagens PET | Mais de 100 anos |
| Esponjas | indeterminado |
| Filtros de cigarros | 5 anos |
| Isopor | indeterminado |
| Louças | indeterminado |
| Luvas de borracha | indeterminado |
| Metais (componentes de equipamentos) | Cerca de 450 anos |
| Papel e papelão | Cerca de 6 meses |
| Plásticos (embalagens, equipamentos) | Até 450 anos |
| Pneus | indeterminado |
| Sacos e sacolas plásticas | Mais de 100 anos |
| Vidros | indeterminado |
A reciclagem economiza até 95% da energia elétrica necessária para o processo produtivo. Em 2004, a reciclagem de latas de alumínio proporcionou a economia de cerca de 1.735 GWh/ano, o que corresponde a 0,5% de toda a energia gerada no país. Este total seria suficiente para atender a demanda de uma cidade de um milhão de habitantes, como Campinas (SP), por exemplo. Reciclar uma lata representa a economiza da energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado por três horas.
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